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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Ipê-de-jardim

Ipê-de-jardim

Nome científico: Tecoma stans.

Sinônimos: Amarelinho, guarã-guarã, ipê-mirim, sinos-amarelos.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: México.

Características: É uma árvore de até 5 metros de altura, bem esgalhada, densamente folhada, folhas opostas, serreadas, lanceoladas, verde-claras. Flores amarelas. Floresce o ano todo mas em maior quantidade na primavera.

Tipo de solo: Prefere solos férteis (embora adapte-se a solos semi-ácidos), pouco compactados, bem drenados.

Luminosidade: Sol direto.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes ou estaquia.

Plantio: Pode ser feito em jardins ou em vasos. No jardim, faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. No vaso, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para proporcionar boa drenagem, ponha a muda e complete com a mesma mistura citada acima.

Regas: No jardim, de dois em dois dias; no vaso, diariamente.

Adubação: Faça a adubação orgânica, usando esterco de curral ou compostagem, três vezes por ano.

Ótimo cultivo para todos!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Rosa-de-pedra

Rosa-de-pedra

Nome científico: Echeveria elegans.

Sinônimos: Suculenta e echeveria.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: México.

Tipo de solo: Fértil com bastante matéria orgânica e bem drenado.

Luminosidade: Meia sombra a sol direto.

Características: É uma suculenta que pode alcançar até 25 centímetros de diâmetro, com folhas em forma de roseta, verde-opacas. Emite uma haste floral de até 20 centímetros de altura, com flores pequenas amarelo-róseas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas: Em dias quentes, regue diariamente; em dias frios, de dois em dois dias. Tome cuidado em não molhar as folhas, pois, se estas ficarem com água retida, quando expostas ao sol, cozinham.

Multiplicação: Por estaquia, usando as folhas mais velhas ou através de mudinhas que nascem ao lado da planta-mãe.

Plantio: Pode ser feito em vasos ou em canteiros. Em vasos, proporcione uma boa drenagem, utilizando cacos de telha ou tijolo. Use uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Alpínia

Alpínia

Nome científico: Alpinia purpurata.

Sinônimos: Gengibre-vermelho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia e algumas regiões do Pacífico.

Características: É uma planta de até 2 metros de altura, com folhas de até 50 centímetros, simples, opostas, imparipenadas, verde-claras. Bastante ornamental. Flores pequeníssimas, brancas. A parte vermelha e mais ornamental é formada por brácteas, que são folhas modificadas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com média drenagem.

Luminosidade: De meia-sombra a sol direto.

Multiplicação: Por divisão de touceiras ou por mudas que surgem nas brácteas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha um pouco de esterco de curral no fundo, uns 20 centímetros, ponha as mudas selecionadas, e cubra com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Devem ser diárias. A planta gosta que seu substrato permaneça úmido.

Adubação: Faça a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem de seis em seis meses.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Gladíolo

Gladíolo

Nome científico: Gladiolus hortulanus.

Sinônimos: Palma, palma-de-santa-Rita.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia, África e Europa.

Características: É um arbusto de até 1,20 metro de altura com folhas lanciformes, alternadas, verde-foscas. Flores em cachos, variando entre branco e lilás. Muito ornamental. Brota e floresce na primavera e verão. Entra em dormência no outono e inverno.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, de baixa densidade e bem drenados.

Regas: Durante o período de brotação e floração, as regas devem ser diárias. No período de dormência, no qual ficam apenas os tubérculos, uma vez por semana é mais do que suficiente.


                             Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes (raro) e através dos tubérculos.

Plantio: Deve ser feito no final do período de dormência, no início da primavera. Afofe o solo de uma pequena área, faça uma cova de 5 a 10 centímetros de profundidade, coloque um tubérculo com a parte de brotação virada para cima e cubra com terra. 

Adubação: Deve ser feita no período de brotação. Utilize esterco de curral ou compostagem.

Sucesso no cultivo!