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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Lágrima-de-Cristo-vermelha

Lágrima-de-Cristo-vermelha

Nome científico: Clerodendro thomsonae.

Sinônimos populares: Clerodrendro-trepador.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: África.

Características: É uma planta trepadeira, com ramos cilíndricos, abundantes, folhas opostas, ovaladas, flores em cachos, vermelhas com brácteas vináceas.

Tipo de solo: Solo fértil, com bastante material orgânico, bem drenado.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por estaquia.

Plantio: Pode ser feito diretamente no solo ou em vasos. No solo, faça uma ou várias covas de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda escolhida, e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Faça um pergolado ou caramanchão, onde ela possa se desenvolver. No vaso, ela pode ser educada, formando uma moita bastante ornamental.

Regas: Diárias, em dias quentes e de dois em dois dias, em dias frios.

Adubação: Prefira a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem de três em três meses.

Sucesso no cultivo!

domingo, 27 de novembro de 2016

Gloxínia

Gloxínia

Nome científico: Sinningia speciosa.

Sinônimos populares: Cachimbo e siníngia.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América do sul.

Características; É uma planta com folhas dispostas em moitas, grandes, ovaladas, crenadas, peninervadas, verdes-brilhantes. Essas folhas caem no outono e inverno. rebrotam na primavera. Flores lindas, em forma de sino e podem ser simples ou dobradas, nas cores violeta, vermelho, cor-de-rosa e branca.

Tipo de solo: Gosta de solo fértil, com bastante material orgânico, bem drenado.


Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Através dos bulbos ou folhas.

Plantio: Pode ser feito no jardim ou em vasos. No jardim, faça uma pequena cova, 20 x 20 x 20 centímetros, em média, ponha o bulbo e preencha com terra e esterco de curral. Em vaso, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para facilitar a drenagem, coloque um pouco de terra, ponha o bulbo e cubra com terra e esterco de curral ou compostagem. Para fazer mudas com as folhas, corte a folha bem rente ao talo e enfie na terra. Mantenha à sombra até o pegamento. 

Adubação: Use adubo orgânico como esterco de curral ou compostagem, de dois em dois meses, mesmo no período de dormência.

sucesso no cultivo!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Estrela-de-natal

Estrela-de-natal

Nome científico: Scadorus multiflorus.

Sinônimos populares: Coroa-imperial, lírio-sangu-salmão e diadema-real.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: África.

Características; É uma planta tuberosa, com folhas largas, cerca de 25 centímetros de comprimento, semi-onduladas nas bordas, inflorescência de 20 centímetros de diâmetro, com flores minúsculas em tom avermelhado. Entra em dormência no final de verão e desperta no início da primavera.

Tipo de solo: Fértil, bem drenado.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por divisão dos bulbos.

Plantio: Pode ser feito em canteiros ou em vasos. Basta colocar um dos bulbos no solo e cobrir com terra.

Regas: Diárias.

Adubação: Use a adubação orgânica com esterco de curral ou compostagem de três em três meses.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Flamboianzinho

Flamboianzinho

Nome científico: Caesalpinia pulcherrima.

Sinônimos populares; Ave-vermelha-do-paraíso, baio-de-estudante, barba-de-barata, chagas-de-Jesus, flor-de-pavão, flor-do-paraíso e orgulho-de-Barbados.

Origem: América Central e Antilhas.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Características: É uma arvoreta de até 3,60 metros de altura, com médio esgalhamento, folhas pequenas, imparipenadas, ovais, verdes-brilhantes. Flores amarelas/vermelhas, em cachos superiores. Bastante ornamental.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes ou estaquia.

Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Diárias.

Adubação: Faça adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem, duas vezes por ano.

Sucesso no cultivo!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Bromélia-vermelha

Bromélia-vermelha

Nome científico: Vrisea vigeri.

Sinônimos populares: Bromélia.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Brasil, na mata atlântica.

Ambiente: Quente e úmido.

Características: É uma planta epífita que forma touceiras, disposta em rosetas, folhas verdes-escuras ou verde-brilhantes. Muito ornamental. Flores minúsculas, amarelas. A parte vermelha são brácteas (folhas modificadas). É de fácil cultivo.

Luminosidade: Prefere locais bastante sombreados. Pode ser cultivada sob árvores bem copadas ou usando-se telado de proteção entre 70% e 80%.



   Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de substrato: Pode ser plantada em forquilhas de árvores ou em vasos plásticos com uma mistura de fibra de casca de coco com casca de pinho ou peroba.

Regas: De dois em dois dias em dias frios e diariamente em dias quentes.

Multiplicação: Por sementes (raro) e por divisão de touceira.

Plantio: Se for em forquilha de árvore, basta acondicioná-la e amarrá-la com barbante. Se for em vaso plástico, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo a fim de proporcionar uma boa drenagem, coloque um pouco de fibra de casca de coco, ponha a muda e complete com casca de pinho ou peroba com um pouco de fibra de casca de coco.

Sucesso no cultivo!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Camedórea-elegante

Camedórea-elegante

Nome científico: Chamaedorea elegans.

Sinônimos populares: Camedórea, palmeira-de-salão, pacaia e palmeira-bambu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América do Norte e América Central.

Características: É uma palmeira com até 2, 20 metros de altura, folhas grandes, com até 20 pares de folíolos recurvados, verde-brilhantes. Bastante ornamental.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes ou por mudinhas que podem surgir ao lado da planta-mãe.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Pode ser feito no solo ou em vasos. No solo, faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Em vasos, ponha cacos de tijolo ou telha no fundo para proporcionar melhor drenagem, ponha a muda e complete com a mesma mistura citada acima. Lembramos que, se plantada no solo, ela cresce mais do que se plantada no vaso.

Adubação: Prefira a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem duas ou três vezes por ano.

Regas: Diárias.

Sucesso em seu cultivo!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Palmeira-areca

Palmeira-areca

Nome científico: Dypsis lutescens.

Sinônimos: Areca e areca-bambu.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: África e Madagascar.

Características: É uma palmeira de até 6 metros de altura, desenvolve-se formando touceiras, tronco liso, Folhas grandes, verde-brilhantes, recurvadas, tendo de 20 a 50 pares de folíolos, ráquis amarelados. Muito ornamental.

Tipo de solo: Prefere solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por divisão de touceira.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Pode ser feito em jardins (onde elas tem mais liberdade de crescimento) e em vasos.
Em jardins, faça uma cova de 60 x 60 x 60 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo a fim de proporcionar uma boa drenagem, coloque um pouco de terra, ponha a muda e complete com a mesma mistura citada acima.

Regas: No jardim, regar umas três ou quatro vezes por semana é o suficiente. No vasos, regue diariamente.

Adubação: Prefira a adubação orgânica. Utilize esterco de curral ou compostagem duas vezes por ano.

Sucesso no cultivo!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Cabeleira-de-velho

Cabeleira-de-velho

Nome científico: Euphorbia leucocephala.

Sinônimos: Cabeça-branca, cabeleireiro-de-velho, flor-de-criança, leiteiro e neve-da-montanha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América-central.

Características: É uma arvoreta de até 2,5 metros de altura, bastante esgalhada, folhagem de baixa densidade, folhas inteiras,opostas, oblongas-agudas, verde-brilhantes. Flores minúsculas, brancas. As folhas próximas às flores também são brancas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com boa quantidade de matéria orgânica, bem drenados e pouco compactados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes ou por estaquia.

Plantio: Pode ser feito em vasos ou canteiros. Em canteiros, faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda selecionada e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para facilitar a drenagem, ponha a muda e complete com a mesma mistura acima citada.

Regas: Diárias.

Adubação: Prefira a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem duas vezes por ano.

Sucesso em seu cultivo!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Camarão-vermelho

Camarão-vermelho

Nome científico: Justicia brandejeana.

Sinônimos: Camarão.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: México.

Características: É uma planta bastante ramificada, com folhas opostas cruzadas, ovais, verde-brilhantes, flores minúsculas e brácteas (folhas modificadas) vermelhas.  Bastante ornamental.Forma touceiras.

Tipo de solo: Gosta de solo pouco compactado, bem drenado, fértil, com bastante material orgânico.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes ou por divisão de touceira.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Pode ser feito em canteiros ou em vasos. Em canteiros, afofe a terra de um espaço de cerca de 80 centímetros, misture carvão vegetal, esterco de curral ou compostagem, e faça a semeadura ou coloque as mudas provenientes da divisão de touceira. Em vasos, ponha cacos de telha ou tijolo no fundo para proporcionar uma boa drenagem, ponha um pouco de terra, ponha as mudas e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Que sejam o suficiente para deixar o substrato úmido. Isso depende do tipo de solo e da exposição ao sol.

Adubação: Use adubo orgânico, como esterco de curral ou compostagem, duas vezes por ano.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Zamioculca.

Zamioculca

Nome científico: Zamioculcas zamiifolia.

Sinônimos: Zamioculcas.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: África.

Características: É uma folhagem ornamental, formando touceiras, com galhos que podem alcançar até 1 metro de comprimento, folhas alternas, ovais, verde-brilhantes.

Tipo de solo: Gosta de solos argilosos, com boa quantidade de matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra ou sombra.

Multiplicação: Por sementes (pouco usual), por divisão de touceira, por rizomas e por estaquia das folhas ou galhos.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Feito, normalmente, em vasos. Escolha um vaso grande, ponha cacos de telha ou tijolo no fundo a fim de propiciar melhor drenagem, ponha um pouco de terra e em seguida a muda. Complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Duas ou três vezes por semana.

Adubação: Duas vezes por ano, dando preferência para a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem.

Sucesso em seu cultivo!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Avencão

Avencão

Nome científico: Adiantum macrophyla.

Sinônimos: Avenca-maior.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Brasil, México e América Central.

Características: É uma planta ornamental que ocorre em touceiras, com ramos de até um metro de comprimento, com folhagem abundante, folhas alternas, rombiformes, imparipenadas, verde-brilhantes.

Tipo de solo: Gosta de solo argiloso, com bastante material orgânico.

Luminosidade: Sombra ou meia-sombra.




    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por esporos ou por divisão de touceira.

Plantio: Escolha um vaso grande, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo a fim de proporcionar boa drenagem. Colo um pouco de terra, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Diárias.

Adubação: Use esterco de curral ou compostagem de três em três meses.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Estrela-de-Belém

Estrela-de-Belém

Nome científico: Eucharis amazonica.

Sinônimos: Estrela d'alva, estrela-da-anunciação e lírio-branco.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Peru.

Características: É uma planta de folhas ovais, com cerca de 40 centímetros, alternas, verde-escuras. Forma touceiras. Flores em cachos de até 10 flores que se abrem consecutivamente. Flores brancas com cerca de 8 centímetros de diâmetro, lindas. Floresce até duas vezes por ano.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com bastante material orgânico, pouco compactados e boa drenagem.

Luminosidade: Sombra ou meia-sombra.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por divisão dos bulbos.

Plantio: A melhor época para plantio ~soa os meses de agosto, setembro e outubro. Escolha alguns bulbos. No jardim, escolha um local sombreado por árvores ou que tome pouco sol, de preferência na parte da manhã. Faça pequenas covas de cerca de 15 x 15 x 15 centímetros, ponha os bulbos e cubra com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.
No vaso, coloque cacos de telha ou tijolo a fim de proporcionar uma boa drenagem, ponha um pouco da mesma mistura supracitada, ponha os bulbos e cubra com terra.

Regas: No jardim, regue diariamente. No vaso, regue o suficiente para deixar o substrato úmido, mas não encharcado.

Adubação: Três vezes por ano, utilizando esterco de curral ou compostagem.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Poinsétia

Poinsétia

Nome científico: Euphorbia pulcherrima.

Sinônimos: Manhã-de-páscoa, bico-de-papagaio, rabo-de-arara, papagaio, cardeal, flor-do-natal e estrela-do-natal.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: México.

Características: É um arbusto de até 3 metros de altura, esgalhamento médio, tronco liso, folhas opostas cruzadas, inteiras, peninervadas, ovadas, verde-fosco.Toda a planta possui um látex que, em contato com a pele, olhos e mucosas, pode provocar queimaduras. Suas flores são diminutas e amarelas. A parte colorida, que pode ser branca, rosa ou vermelha, são, na verdade suas brácteas (folhas modificadas).

Tipo de solo: Gosta de solos férteis (mas adapta-se a solos pobres), pouco compactados e bem drenados.

Luminosidade: Sol direto.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por estaquia ou (raramente) por sementes.

Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, coloque a muda e preencha com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Em dias quentes, diariamente; em dias frios, de dois em dois dias.

Adubação: Use esterco de curral ou compostagem, duas vezes por ano.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Dália

Dália

Nome científico: Dahlia pinnata.

Sinônimos: Dália-de-jardim. Existem cerca de 40 espécies de dália.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: México.

Características: É uma planta de até 1,80 de altura, pouco esgalhada, folhas opostas, ovais, serreadas, verde-escuras. Suas flores medem até 15 centímetros de diâmetro e apresentam uma grande variedade de cores, dependendo da espécie. Podem ser desde o vermelho-púrpura à branca.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com bastante material orgânico. Solos pouco compactados e bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra até sol pleno.

Multiplicação: Por meio de suas raízes tuberosas ou por estaquia.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Diárias.

Adubação: Faça a adubação orgânica, usando esterco de curral ou compostagem de dois em dois meses.

Sucesso no cultivo!


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Ipê-de-jardim

Ipê-de-jardim

Nome científico: Tecoma stans.

Sinônimos: Amarelinho, guarã-guarã, ipê-mirim, sinos-amarelos.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: México.

Características: É uma árvore de até 5 metros de altura, bem esgalhada, densamente folhada, folhas opostas, serreadas, lanceoladas, verde-claras. Flores amarelas. Floresce o ano todo mas em maior quantidade na primavera.

Tipo de solo: Prefere solos férteis (embora adapte-se a solos semi-ácidos), pouco compactados, bem drenados.

Luminosidade: Sol direto.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes ou estaquia.

Plantio: Pode ser feito em jardins ou em vasos. No jardim, faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. No vaso, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para proporcionar boa drenagem, ponha a muda e complete com a mesma mistura citada acima.

Regas: No jardim, de dois em dois dias; no vaso, diariamente.

Adubação: Faça a adubação orgânica, usando esterco de curral ou compostagem, três vezes por ano.

Ótimo cultivo para todos!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Rosa-de-pedra

Rosa-de-pedra

Nome científico: Echeveria elegans.

Sinônimos: Suculenta e echeveria.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: México.

Tipo de solo: Fértil com bastante matéria orgânica e bem drenado.

Luminosidade: Meia sombra a sol direto.

Características: É uma suculenta que pode alcançar até 25 centímetros de diâmetro, com folhas em forma de roseta, verde-opacas. Emite uma haste floral de até 20 centímetros de altura, com flores pequenas amarelo-róseas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas: Em dias quentes, regue diariamente; em dias frios, de dois em dois dias. Tome cuidado em não molhar as folhas, pois, se estas ficarem com água retida, quando expostas ao sol, cozinham.

Multiplicação: Por estaquia, usando as folhas mais velhas ou através de mudinhas que nascem ao lado da planta-mãe.

Plantio: Pode ser feito em vasos ou em canteiros. Em vasos, proporcione uma boa drenagem, utilizando cacos de telha ou tijolo. Use uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Alpínia

Alpínia

Nome científico: Alpinia purpurata.

Sinônimos: Gengibre-vermelho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia e algumas regiões do Pacífico.

Características: É uma planta de até 2 metros de altura, com folhas de até 50 centímetros, simples, opostas, imparipenadas, verde-claras. Bastante ornamental. Flores pequeníssimas, brancas. A parte vermelha e mais ornamental é formada por brácteas, que são folhas modificadas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com média drenagem.

Luminosidade: De meia-sombra a sol direto.

Multiplicação: Por divisão de touceiras ou por mudas que surgem nas brácteas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha um pouco de esterco de curral no fundo, uns 20 centímetros, ponha as mudas selecionadas, e cubra com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Devem ser diárias. A planta gosta que seu substrato permaneça úmido.

Adubação: Faça a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem de seis em seis meses.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Gladíolo

Gladíolo

Nome científico: Gladiolus hortulanus.

Sinônimos: Palma, palma-de-santa-Rita.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia, África e Europa.

Características: É um arbusto de até 1,20 metro de altura com folhas lanciformes, alternadas, verde-foscas. Flores em cachos, variando entre branco e lilás. Muito ornamental. Brota e floresce na primavera e verão. Entra em dormência no outono e inverno.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, de baixa densidade e bem drenados.

Regas: Durante o período de brotação e floração, as regas devem ser diárias. No período de dormência, no qual ficam apenas os tubérculos, uma vez por semana é mais do que suficiente.


                             Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes (raro) e através dos tubérculos.

Plantio: Deve ser feito no final do período de dormência, no início da primavera. Afofe o solo de uma pequena área, faça uma cova de 5 a 10 centímetros de profundidade, coloque um tubérculo com a parte de brotação virada para cima e cubra com terra. 

Adubação: Deve ser feita no período de brotação. Utilize esterco de curral ou compostagem.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

calanchoe

Calanchoe

Nome científico: Kalanchoe blossfeldiana.

Sinônimos: Calandiva, flor-da-fortuna, flor-do-papai e kalandiva.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: África e Madagascar.

Características: É uma suculenta com até 50 centímetros de altura, bastante esgalhada, densamente folhada, com folhas crenadas, obovadas, verde-brilhantes. As flores podem ser vermelhas, amarelas, brancas, lilás, etc. São pequenas, ocorrem em cachos muito ornamentais.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, com bastante matéria orgânica, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra.

Multiplicação: Por estaquia dos galhos.



    Foto: Maria do Carmo SIlva


Regas: Devem ser controladas para manter o substrato úmido, mas nunca encharcado.

Plantio: Pode ser feito em canteiros e em vasos. Em canteiros, faça covas com 20 x 20 x 20 centímetros, coloque a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo, a fim de proporcionar boa drenagem, ponha um pouco de terra, a muda e complete com a mesma mistura acima.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Flor-de-seda

Flor-de-seda

Nome científico: Schlumbergera truncata.

Sinônimos: Flor-de-maio.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Brasil.

Características: É uma cactácea epífita, com folhas suculentas, intercaladas, como se fosse uma corrente. A variação da cor da folha vai do verde-escuro ao verde matizado de vermelho, dependendo da luminosidade e da cor da flor. As flores variam do branco ao lilás-escuro. São muito decorativas.

Substrato: O substrato pode ser fibra de casca de coco misturada com casca de pinho, por exemplo. Por ser uma planta epífita, pode até adaptar-se à terra, mas comumente apodrece.

Luminosidade: Meia sombra.

Regas: Deve ser cuidadosa, pois a planta não suporta excesso de água. O ideal é deixar o substrato meio úmido.

Multiplicação: Se dá por estaquia ou enxertia.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Deve ser feito dois meses após a floração. Por estaquia, corte um pedaço de um galho da planta mãe, com uns dois ou três nós. Coloque no fundo do vaso cacos de telha ou tijolo para proporcionar uma boa drenagem. Ponha a muda e complete com o substrato mencionado acima. compacte bem e não regue por pelo menos uma semana. Se tiver xaxins antigos, esses podem ser utilizados como substrato.
Por enxertia, compre pequenos cactos em feiras, faça um corte reto, deixando apenas uns 8 centímetros de altura, faça pequenos buracos retos por cima, no local já cortado, e enfie pedaços com dois ou três nós no local. Não regue por uns 15 dias.

Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 20-20-20, por exemplo, uma vez por mês. Regue as raízes e folhas. Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Orquídea-bambu

Orquídea-bambu

Nome científico: Arundina graminifolia e Arundina bambusifolia.

Sinônimos: Não possui. Orquídeas são identificadas pelo seu nome científico.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia.

Características: É uma orquídea terrestre com até 2 metros de altura, folhas opostas, simples, lineares, verde-amareladas. Forma touceiras. Flores com 8 centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas róseas e labelo lilás. Floresce o ano todo.

Tipo de solo: Solo fértil, pouco compactado e com boa drenagem.

Luminosidade: Meia-sombra a sol direto.

Multiplicação: Pelas mudinhas que nascem junto à planta mãe, tanto na parte terrestre quanto nas partes aéreas.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Diárias.

Adubação: Prefira a adubação orgânica, utilizando esterco de curral ou compostagem, duas vezes por ano.

Ótimo cultivo!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Espirradeira

Espirradeira

Nome científico: Nerium oleander.

Sinônimos: Oleandro, loureiro-rosa, cevadilha e flor-de-são-José.

Origem: África, Ásia e Mediterrâneo.

Tipo de solo: Prefere solos férteis, com pouca compactação e bem drenados.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Sol direto.

Características: É uma árvore de até 3 metros de altura, bem esgalhada, densamente folhada, com folhas lanceoladas, simples, opostas cruzadas, verde-brilhantes. A floração ocorre em cachos nas pontas dos galhos e podem ser cor-de-rosa, brancas ou avermelhadas.

Multiplicação: Por sementes ou estaquia.

Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, coloque a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal esterco de curral ou compostagem.

Regas: Três vezes por semana.

Importante: Toda a planta, possui um látex tóxico, se ingerido ou em contato com a pele. Portanto, ao tê-la em seu jardim, tome muito cuidado com crianças próximo a essa planta.

Ótimo cultivo para todos!


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Ixora-chinesa

Ixora-chinesa

Nome científico: Ixora chinensis.

Sinônimos: Alfinete-gigante e ixora-vermelha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: China e Malásia.

Características: É um arbusto lenhoso de até 2 metros de altura, bem esgalhado, com folhas inteiras, simples, ovadas, verde-brilhantes, com até 15 centímetros de comprimento. Flores pequenas, róseas ou avermelhadas, formando pequenos buquês. Bastante ornamental.

Solo: Gosta de solos férteis, pouco compactados e bem drenados.

Luminosidade: Sol direto.

Multiplicação: Por estaquia. Corte um galho já maduro em pequenos pedaços de 20 centímetros. Encha saquinhos para mudas de terra comum e enfie esses pedaços. Mantenha à sombra e regue diariamente.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Pode ser feito em canteiros ou em vasos. Em canteiro, faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.
Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para propiciar boa drenagem, ponha um pouquinho de terra, coloque a muda e preencha com a mesma mistura citada acima.

Regas: Em vaso, diariamente. Em canteiro, três vezes por semana.

Adubação: Faça a adubação orgânica, usando esterco de curral ou compostagem trimestralmente.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Perpétua

Perpétua

Nome científico: Gomphrena globosa.

Sinônimos: Gonfrena e amaranto-globoso.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: Índia.

Características: É uma erva de até 50 centímetros de altura, ocorre em pequenas moitas, com muitos ramos, folhas opostas, verde-claras e flores lilás, com cerca de 2 centímetros de diâmetro. Floresce o ano todo.

Tipo de solo: Fértil, pouco compactado e bem drenado.

Luminosidade: Sol direto ou meia-sombra.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Pode ser feito em vasos ou pequenos canteiros. Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para proporcionar boa drenagem, cubra com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza, esterco de curral ou compostagem. Semeie, e coloque mais um pouquinho da mistura por cima. Regue diariamente com leveza.
Em canteiros, afofe a terra e misture carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Semeie. Regue diariamente.

Sucesso no cultivo!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Semânia

Semânia

Nome científico: Gloxinia sylvatica e Seemania silvatica.

Sinônimos: Gloxínia, siníngia e sininho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América-do-Sul.

Características: É um subarbusto com até 35 centímetros de altura, ocorre em moitas, apresentando folhas alternadas, oblonga-agudas, verde-brilhantes. Flores avermelhadas, em forma de trombeta, com o interior amarelo pintalgado de vermelho. Floresce o ano todo.

Luminosidade: Meia-sombra.

Multiplicação: Através da divisão da planta.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Plantio: Em canteiros e em vasos. Em canteiro, prepare o canteiro afofando a terra e colocando uma mistura de carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem. Plante as mudinhas de 30 em 30 centímetros. 
Em vasos, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo, coloque um pouco de terra, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Em dias quentes, regue diariamente. Em dias frios, de dois em dois dias.

Sucesso no cultivo!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Bananeira-ornamental

Bananeira-ornamental

Nome científico: Heliconia rostrata.

Sinônimos:  Helicônia, caetê, papagaio e bananeira-do-brejo.


                      Foto: Maria do Carmo SIlva


Origem: América-do-Sul e América-Central.

Tipo de solo: Fértil, úmido, mas com boa drenagem.

Luminosidade: Meia-sombra e sol pleno.

Características: É uma planta que ocorre em touceiras, com folhas simples, inteiras, alternadas, lanceoladas, de até um metro de comprimento, com talos de mesma medida.

Multiplicação: Por mudas laterais à planta mãe.



                      Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem.

Regas: Diárias. É bom manter o solo úmido.

Floração: Ocorre o ano todo, mas em maior abundância na primavera. Formam cachos pendentes. As flores são pequenas e brancas. A parte colorida (amarelo e vermelho) é, na verdade, formada pelas brácteas que protegem as flores.

Adubação: Prefira a adubação orgânica, usando esterco de curral ou compostagem duas vezes por ano.

Sucesso no cultivo!