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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Camarão-amarelo

Camarão-amarelo

Nome científico: Pachystachys lutea.

Sinônimos: Camarão e planta-camarão.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América do Sul.

Ambiente: Gosta de clima quente, mas temperatura ambiente média, solos férteis e bem drenados. Locais bem ventilados.

Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Pode ser cultivado sob a sombra de árvores.

Características: É uma arbusto de até 1,5 metro de altura, com folhas simples, opostas, lanceoladas, verde-claras. Possui inflorescências amarelas e flores minúsculas brancas. Bastante ornamental.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: No jardim, faça uma cova de 40 x 40 centímetros, coloque a muda e cubra com uma mistura de terra, carvão vegetal, capim seco e esterco de curral ou compostagem. Regue abundantemente.
No vaso, coloque no fundo cacos de telha ou tijolo para uma boa drenagem, coloque a muda e preencha com a mesma mistura acima. Regue.

Multiplicação: Feita por estaquia. Corte um pedaço do caule (cerca de 25 centímetros), escolha um saco específico para mudas, preencha com a mesma mistura acima, enfie esse pedaço do caule uns 8 centímetros, compactando a terra ao seu redor. Regue e deixe a sombra para enraizar e brotar.

Pragas mais comuns: Os pulgões podem atacar as brotações. Elimine-os aplicando detregente líquido diluído em água. As cochonilhas atacam as flores. Combata-as utilizando inseticidas piretroides ou óleo de nim.

Ótimo cultivo para todos!


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Rosa (roseira)

Rosa (roseira)

Família botânica: Rosaceae ssp.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia.

Ambiente: Gosta de locais quentes durante o dia com queda significativa de temperatura a noite. Aprecia solos férteis e bem drenados. Locais com boa luminosidade a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: Existem cerca de 150 espécies de rosa e inumeráveis híbridos. Podem variar de plantas de 30 centímetros até 3 metros de altura. Existem, ainda, aquelas cujo crescimento se parece a uma trepadeira, tanto ela se arrasta horizontalmente. As cores e formatos das pétalas variam de acordo com a espécie. Normalmente apresentam folhas serrilhadas, que variam do verde-fosco ao verde-escuro, e mais ou menos espinhos nos caules.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Doenças e pragas: São acometidas, normalmente, por doenças fúngicas que podem ser tratadas com fungicidas específicos recomendados por um agrônomo. Ou, como medida preventiva, fazer uma aplicação foliar de um grama de sulfato de cobre diluído em um litro de água. Também pode ser útil colocar um pouco de enxofre junto ao substrato para ser assimilado aos poucos pela planta.
As pragas mais comuns são os pulgões, que atacam principalmente nas brotações dos ramos e das florações. Aplique detergente líquido diluído em água.



    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Deve ser feita por estaquia. Corta-se um pedaço do caule com cerca de 20 centímetros, com duas ou três gemas, descasca-se o lado mais grosso em torno de um centímetro. Encha um saco plástico específico para mudas com terra comum, enfie esse caule cerca de 6 centímetros nessa terra e compacte a terra ao redor para ficar bem firma. Regue diariamente e mantenha à sombra por uns dois ou três meses. depois já pode ir para um local definitivo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Pode ser plantada no jardim ou em vasos. No jardim, faça uma cova de 40 x 40 centímetros. Ponha a muda selecionada e preencha com uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim e esterco de curral ou compostagem. Regue com abundância.
Em vasos coloque cacos de telhas ou tijolos no fundo para uqe tenha uma boa drenagem, ponha um pouco de terra, a muda e complete com a mesma mistura citada anteriormente. Regue diariamente.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves





    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Prefira a adubação orgânica, que pode ser feita com esterco de curral, misturado com carvão vegetal ou compostagem, de três em três meses.

Ótimo cultivo para todos!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Bromélias

Bromélias

Família botânica:  Bromeliaceae spp.

Características: São plantas que crescem em forma de rosetas, folhas lanceoladas, acumuladoras de água. Podem variar de três centímetros até dez metros de altura. Suas folhas variam de coloração, conforme a espécie, podendo ir do verde-escuro ao verde-leitoso. 



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipos de substratos: Existem bromélias terrestres, epífitas e rupestres. Portanto o substrato deve se adequar à espécie que o leitor quiser cultivar.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Oideal, para não dar margens para erro, é cultivá-las em meia-sombra. Existem, claro, espécies que podem ser cultivadas em pleno sol, mas a maioria delas não suporta sol direto.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: A maioria das espécies são originadas das Américas.

Forma de cultivo: Pode ser cultivada como plantas isoladas, no caso das bromélias terrestres, maiores ou formando conjuntos, como no caso das bromélias epífitas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas: De dois em dois dias.

Multiplicação: Através dos brotos liberados ao lado da planta mãe. Uma curiosidade é que as bromélias morrem logo após florescerem. A planta, emtão, é substituída pelos "filhotes laterais".



  Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: No caso das bromélias terrestres e rupestres, prefira a adubação orgânica. Nas espécies epífitas, use NPK 10-10-10, quinzenalmente.

Floração: Varia de acordo com a espécie, mas a maioria delas florescem na primavera/verão.

Ótimo cultivo para todos!