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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Batata-do-inferno

Batata-do-inferno

Nome científico:  Jatropha podagrica.

Sinônimos: Perna-inchada.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Originária da América-central e Guatemala.

Ambiente: Gosta de clima quente e úmido.

Tipo de solo: Fértil e bem drenado.

Luminosidade: Meia-sombra ou sol direto.

Regas: Diárias. O ideal é deixar o substrato úmido.

Características: É uma planta de até um metro de altura, pouco ou ,as vezes, nunca esgalhada. POrta folhas grandes, palmatilobadas, verde-claras, foscas. O tronco, ao passo que envelhece, vira uma espécie de batata. Possui floração pequena, em cachos, vermelho-amareladas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Se dá por sementes (raras) e por estaquias de galhos da planta.

Cultivo: Pode ser feito no jardim ou em vasos.

Plantio: No jardim, faça uma cova de 40 x 40 centímetros, ponha a muda e preencha com uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim seco ou esfagno e esterco de curral ou compostagem. Regue em abundância.
No vaso, coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para fazer uma boa drenagem, pois, embora ela goste de ficar molhada, não gosta de ficar encharcada. Ponha um pouco da mistura acima, ponha a muda e complete.

Ótimo cultivo!


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Tinhorão

Tinhorão

Nome científico: Caladium bicolor.

Sinônimos: Tajá, taiá, caládio e papagaio.

Origem: América tropical.

Ambiente: Gosta de clima quente, locais com bastante umidade, solos férteis, bem drenados, boa ventilação.

Luminosidade: Gosta de locais sombreados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma erva de brotação sazonal (primavera/verão), forma touceiras, com folhas cordiformes, inteiras, lisas, talos com cerca de 40 centímetros de comprimento, verde-escuras pintalgadas de rósa, vermelho, branco ou amarelo-creme. 

Multiplicação: Por tubérculos ou mudas laterais.

Plantio: Pode ser plantada no jardim como complemento, nos cantos ou em vasos. Utilize uma mistura de terra, carvão vegetal, capim seco ou esfagno e adubo orgânico como esterco de curral ou compostagem.

Importante: Essa planta exige cuidados quando cultivada na presença de crianças, pois, é tóxica.

Ótimo cultivo a todos!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Antúrio

Antúrio

Nome científico: Anthurium andraeanum.

Sinônimos: Antúrio-de-flor.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Colômbia.

Características: É uma planta terrestre/epífita, possui muitas variedades, que vão de 30 centímetros a 1 metro de altura, com folhas que vão de 15 a 35 centímetros, cordiformes. As flores podem ter tamanhos e cores variadas,brancas, cremes, vermelhas, marrons, formadas na primavera e verão. A planta em si, independente da flor, é bastante ornamental.

Ambiente: Gosta de locais sombreados e frescos, bem arejados.

Cultivo: Pode ser feito em jardins ou em vasos.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: No jardim, escolha um local sombreado, faça uma cova de 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim seco ou esfagno e esterco de curral ou compostagem. No vaso, utilize a mesma composição de substrato, mas coloque cacos de telha ou tijolo no fundo para servir de dreno.

Multiplicação: Se dá por sementes, mudas laterais ou divisão do caule.

Rega: Deve ser diária, mas sem encharcar o substrato.

Adubação: Deve ser semestral, usando adubação orgânica, como esterco de curral ou compostagem.

Ótimo cultivo a todos!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Espatifilus

Espatifilus

Nome científico: Spatyphylus wallisii.

Sinônimos: Lírio-da-paz, bandeira-branca e espatifílio.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Colômbia e Venezuela.

Características: É uma planta terrestre que cresce em moitas, com folhas simples, ovadas, verde-brilhantes, que medem até 50 centímetros com os talos. Inflorescência e flor brancas.

Multiplicação: É feita usando-se as mudinhas que nascem lateralmente à planta mãe.

Ambiente: Fresco e úmido.

Luminosidade: Aprecia locais sombreados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Pode ser feito diretamente no jardim ou em vasos. Utilize uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim seco ou esfagno, adubo orgânico, como o esterco de curral, por exemplo.

Pragas: As mais comuns são lagartas e cochonilhas. As primeiras podem ser combatidas manualmente. As cochonilhas podem ser exterminadas usando-se óleo de nim ou inseticida piretroide.

Adubação: Prefira adubação orgânica como esterco de curral ou compostagem de 3 em 3 meses.

Sucesso para todos!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Justicia-vermelha

Justícia-vermelha

Nome científico: Magaskeparma erythroclamis.

Sinônimos: Não possui.

Origem: Venezuela.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É um arbusto de até 2,5 metros de altura, bem esgalhado, densamente folhado, com folhas simples, opostas, ovadas, com cerca de 25 centímetros, verde-brilhantes. Inflorescência de cerca de 35 centímetros, vermelha, flores pequenas, brancas.

Multiplicação: É feita com bastante sucesso através de estaquia. Pode uma parte madura do caule, com cerca de 25 centímetros. Encha uma saco plástico para mudas com uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim seco ou esfagno e esterco de curral. Enfie o caule com a parte mais grossa para baixo uns 8 centímetros, regue diariamente e mantenha à sombra. Só leve ao local definitivo depois de seis meses.

Plantio: Faça uma cova de 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com a mesma mistura de terra utilizada na preparação da muda. Regue diariamente.

Ótimo cultivo para todos!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Camarão-amarelo

Camarão-amarelo

Nome científico: Pachystachys lutea.

Sinônimos: Camarão e planta-camarão.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: América do Sul.

Ambiente: Gosta de clima quente, mas temperatura ambiente média, solos férteis e bem drenados. Locais bem ventilados.

Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Pode ser cultivado sob a sombra de árvores.

Características: É uma arbusto de até 1,5 metro de altura, com folhas simples, opostas, lanceoladas, verde-claras. Possui inflorescências amarelas e flores minúsculas brancas. Bastante ornamental.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: No jardim, faça uma cova de 40 x 40 centímetros, coloque a muda e cubra com uma mistura de terra, carvão vegetal, capim seco e esterco de curral ou compostagem. Regue abundantemente.
No vaso, coloque no fundo cacos de telha ou tijolo para uma boa drenagem, coloque a muda e preencha com a mesma mistura acima. Regue.

Multiplicação: Feita por estaquia. Corte um pedaço do caule (cerca de 25 centímetros), escolha um saco específico para mudas, preencha com a mesma mistura acima, enfie esse pedaço do caule uns 8 centímetros, compactando a terra ao seu redor. Regue e deixe a sombra para enraizar e brotar.

Pragas mais comuns: Os pulgões podem atacar as brotações. Elimine-os aplicando detregente líquido diluído em água. As cochonilhas atacam as flores. Combata-as utilizando inseticidas piretroides ou óleo de nim.

Ótimo cultivo para todos!


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Rosa (roseira)

Rosa (roseira)

Família botânica: Rosaceae ssp.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Ásia.

Ambiente: Gosta de locais quentes durante o dia com queda significativa de temperatura a noite. Aprecia solos férteis e bem drenados. Locais com boa luminosidade a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: Existem cerca de 150 espécies de rosa e inumeráveis híbridos. Podem variar de plantas de 30 centímetros até 3 metros de altura. Existem, ainda, aquelas cujo crescimento se parece a uma trepadeira, tanto ela se arrasta horizontalmente. As cores e formatos das pétalas variam de acordo com a espécie. Normalmente apresentam folhas serrilhadas, que variam do verde-fosco ao verde-escuro, e mais ou menos espinhos nos caules.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Doenças e pragas: São acometidas, normalmente, por doenças fúngicas que podem ser tratadas com fungicidas específicos recomendados por um agrônomo. Ou, como medida preventiva, fazer uma aplicação foliar de um grama de sulfato de cobre diluído em um litro de água. Também pode ser útil colocar um pouco de enxofre junto ao substrato para ser assimilado aos poucos pela planta.
As pragas mais comuns são os pulgões, que atacam principalmente nas brotações dos ramos e das florações. Aplique detergente líquido diluído em água.



    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Deve ser feita por estaquia. Corta-se um pedaço do caule com cerca de 20 centímetros, com duas ou três gemas, descasca-se o lado mais grosso em torno de um centímetro. Encha um saco plástico específico para mudas com terra comum, enfie esse caule cerca de 6 centímetros nessa terra e compacte a terra ao redor para ficar bem firma. Regue diariamente e mantenha à sombra por uns dois ou três meses. depois já pode ir para um local definitivo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Pode ser plantada no jardim ou em vasos. No jardim, faça uma cova de 40 x 40 centímetros. Ponha a muda selecionada e preencha com uma mistura de terra comum, carvão vegetal, capim e esterco de curral ou compostagem. Regue com abundância.
Em vasos coloque cacos de telhas ou tijolos no fundo para uqe tenha uma boa drenagem, ponha um pouco de terra, a muda e complete com a mesma mistura citada anteriormente. Regue diariamente.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves





    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Prefira a adubação orgânica, que pode ser feita com esterco de curral, misturado com carvão vegetal ou compostagem, de três em três meses.

Ótimo cultivo para todos!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Bromélias

Bromélias

Família botânica:  Bromeliaceae spp.

Características: São plantas que crescem em forma de rosetas, folhas lanceoladas, acumuladoras de água. Podem variar de três centímetros até dez metros de altura. Suas folhas variam de coloração, conforme a espécie, podendo ir do verde-escuro ao verde-leitoso. 



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipos de substratos: Existem bromélias terrestres, epífitas e rupestres. Portanto o substrato deve se adequar à espécie que o leitor quiser cultivar.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Oideal, para não dar margens para erro, é cultivá-las em meia-sombra. Existem, claro, espécies que podem ser cultivadas em pleno sol, mas a maioria delas não suporta sol direto.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: A maioria das espécies são originadas das Américas.

Forma de cultivo: Pode ser cultivada como plantas isoladas, no caso das bromélias terrestres, maiores ou formando conjuntos, como no caso das bromélias epífitas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas: De dois em dois dias.

Multiplicação: Através dos brotos liberados ao lado da planta mãe. Uma curiosidade é que as bromélias morrem logo após florescerem. A planta, emtão, é substituída pelos "filhotes laterais".



  Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: No caso das bromélias terrestres e rupestres, prefira a adubação orgânica. Nas espécies epífitas, use NPK 10-10-10, quinzenalmente.

Floração: Varia de acordo com a espécie, mas a maioria delas florescem na primavera/verão.

Ótimo cultivo para todos!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Alamanda-amarela

Alamanda-amarela

Nome científico: Alamanda cathartica.

Sinônimos: Alamanda-de-flor-grande, dedal-de-dama e sua-bunda.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: Brasil, nas regiões Norte e Nordeste.

Ambiente: Gosta de solos férteis a ácidos, bem drenados e locais com boa ventilação.

Luminosidade: Sol pleno.

Carcaterísticas: É uma trepadeira arbustiva, com folhas ovais, oblongas, verde-brilhantes, uma belíssima flor amarela de cerca de 8 centímetros de diâmetro. Floresce o ano todo, mas torna-se exuberante na primavera.

Formas de cultivo: Pode ser cultivada sobre pergolados e caramanchões ou educada como arbusto.

Como plantar: Compre a muda de boa procedência ou faça suas mudas através de estaquia. Faça uma cova de 40 X 40 centímetros, ponha a muda e cubra suas raízes com uma mistura de terra, carvão vegetal, capim seco e esterco de curral. Regue abundantemente.

Principal praga: Faça uma revista periódica na sua planta, pois, pode ser atacada por lagartas. Faça o controle manula ou aplique inseticida piretroide.

Cuidado: É uma planta com restições em locais de fácil acesso para crianças, pois, toda a planta possui um látex que é venenoso, não podendo, portanto, ser ingerida.

Ótimo cultivo para todos!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sapatinho de judia

Sapatinho de judia

Nome científico: Thumbergia mysorensis.

Origem: Sul da Espanha.


    Foro: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma trepadeira, ramos e hastes flexíveis, com folhas lanceoladas,verde-escuras. Suas flores são pendentes, em cachos, vermelhas e amarelas.

Ambiente: Quente, solos férteis, bem drenados e locais bem ventilados.

Luminosidade: Pode ser cultivada à meia-sombra ou em sol pleno.

Principais pragas: Pulgões, principalmente na fase de brotação e lagartas. O controle pode ser feito usando-se inseticidas piretroides ou mesmo manualmente, dependendo  da intensidade do ataque.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Forma de cultivo: Pode ser cultivada em caramanchões e pergolados para dar um maior efeito ornamental.

Como plantar: Faça uma cova de 40 x 40 centímetros, coloque a muda e complete com uma mistura de terra, capim seco, carvão vegetal e esterco de curral. Molhe abundantemente.

Ótimo cultivo e floração!


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Hemerocale

Hemerocale

Nome científico: hemerocalis fulva e Hemerocalis flava.

Sinônimos: Lírio-de-um-dia.

Origem: Ásia e Europa.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma planta que varia entre 40 e 80 centímetros de altura. Dá em touceiras, com folhas lanceoladas, alternas, verde-brilhantes.

Ambiente: Gosta de climas moderados a quentes, boa adubação e boa ventilação.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Como plantar: No jardim, faça covas de 20 x 20 centímetros com 60 centímetros de distância uma da outra. Coloque uma pequena touceira e cubra os rizomas de terra. Regue abundantemente. Em vaos faça o mesmo procedimento, lembrando apenas de colocar cacos de tijolos ou telhas no fundo para fazer uma boa drenagem.

Adubação: Orgânica. Use esterco de curral, terra vegetal ou adubo de compostagem de três em três meses.

Pragas: As mais comuns são lagartas e pulgões. O controle pode ser feito manualmente ou usando-se iseticida piretroide.

Floração: Ocorre, normalmente, na primavera e/ou verão. Emite uma haste floral com até 6 botões que vão se abrindo consecutivamente, uma vez que a flor dura apenas um dia. As flores podem ser amarelas e alaranjadas, mas podem apresentar coloração diferenciada em alguns híbridos encontrados no mercado.

Ótimo cultivo a todos!



terça-feira, 6 de outubro de 2015

Avenca

Avenca

Nome científico: Veneris capillus, Avenca brasiliensis, Adiantum risophorum.

Origem: Originam-se das matas atlântica e da floresta amazônica, em quase toda a América do Sul.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma planta terrestre, bastante ornamental, em touceiras. Hastes e ramos marrom-escuros, duros e delgados. Folhas pecioladas, alternas, finas, polimorfas, algumas são obovais, outras em leque, estreitas na base e largas na parte superior, com sinuosidades, lobos e bordas crenadas ou denteadas.

Ambiente: Gostam de locais frescos, sombreados, como varandas, por exemplo, bem ventilados.

Pragas mais comuns: As pragas mais comuns são as cochonilhas e lagartas. As primeiras podem ser combatidas usando-se inseticida sistêmico, comprado em lojas de produtos agropecuários. A segunda, pode ser facilmente identificada e combatida manualmente ou usando-se inseticida piretroide.

Como plantar: Use vasos que mantenham a umidade por maior tempo, como os vasos plásticos, por exemplo.


    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Substrato: Use terra vegetal ou terra comum misturada com carvão e fibras.

Cuidados especiais: Uma vez por ano, é útil para o desenvlvimento da planta fazer a poda das hastes mais velhas, amareladas, envelhecidas. Faça isso usando uma tesoura esterelizada para não contaminar sua planta.

Adubação: Faça a adubação preferencialmente orgânica, usando terra vegetal ou esterco bovino, bimestralmente.

Sucesso com suas plantas!

sábado, 26 de setembro de 2015

Copo-de-leite

Copo-de-leite

Nome científico: Zantedeschia aethiopica.

Sinônimos: Cala-branca, jarra, jarro e lírio-do-nilo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Origem: África.

Características: É uma planta terrestre de folhas cordiformes, verde-escuras, talos suculentos, em touceiras. É uma planta bastante ornamental, mesmo sem flores.

Ambiente: Quente, bem ventilado.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Substrato: Pode ser plantada diretamente em jardins ou em vasos, plásticos de preferência, usando-se uma mistura de terra comum, carvão vegetal, esfagno ou capim seco, e terra vegetal.

Regas: Como é uma planta de locais alagadiços como brejos, deve ser regada em abundância.

Pragas: A praga mais comum são os pulgões e percevejos, principalmente em sua fase de brotação. O controle pode ser manual, usando-se detergente líquido diluído em água ou inseticida piretroide, em último caso.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use adubo orgânico, de três em três meses.

Floração: Ocorre principalmente na primavera, mas se estiver bem nutrida, floresce o ano todo. Sua flor parece um cálice branco, com as políneas amarelas.

Nível de dificuldade de cultivo: Cultivo fácil.

Status ecológico: Sem risco de extinção.